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A pílula mata mulheres
Os efeitos secundários destes produtos hormonais são importantes. As pílulas "anticoncepcionais" podem favorecer ou causar certo tipo de câncer
como o câncer do colo do útero ou de mama.
Produzem também transtornos cardiovasculares graves, sem falar na intolerância à
glicose, cegueira, transtornos da audição, toxicidade
hepática, etc. Um estudo recentemente realizado a 46.000 mulheres
durante 26 anos mostra um aumento da mortalidade
por doenças cardiovasculares ou por câncer entre as consumidoras de pílulas.
Estes efeitos secundários são geralmente subestimados
por aqueles que lucram com a venda destes produtos.
Entretanto, os ecologistas denunciam o uso de disruptores estrogênicos
no plástico, na tinta, nos pesticidas e nos "anticoncepcionais".
Eles provocam, com efeito, uma atrofia dos órgãos sexuais
masculinos e a produção de hormônios femininos nos machos
de certas espécies animais. Aparentemente também aí
estaria a origem da diminuição da fertilidade humana
masculina. No entanto, as doses encontradas na natureza são
muito mais baixas que as impostas a uma mulher que toma a pílula!
A poluição industrial é salientada enquanto os casos
de câncer de útero têm aumentado em 50% durante o
período em que foi introduzida a "contracepção"
hormonal nos países ocidentais: quanto aos países do
Leste e o Japão onde a "contracepção" hormonal não
tinha sido introduzida, a incidência do câncer é
mais baixa, apesar de sofrer uma poluição industrial
mais marcada.
Mais uma vez, não disseram a verdade!
* Le Figaro de 8/01/1999:
"as taxas de mortalidade por ataque cerebral, acidente ou suicídio crescem
notavelmente com este método anticoncepcional. (...) observa-se
um incremento do câncer de fígado (126 casos de consumidoras
de pílulas contra 34 casos no restante) do câncer de pulmão
(107 casos no primeiro grupo, 71 no outro) e de câncer do colo
do útero (115, no primeiro grupo e 57 no outro) (...) o risco
de câncer de pulmão se duplica e de câncer de colo
do útero se quadruplica nas mulheres que utilizaram a pílula
durante mais de 10 anos"
A pílula mata bebês
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